Bem vindo ao meu Blog, espero que se delicie...

"Quando eu soltar a minha voz por favor entenda que palavra por palavra eis aqui uma pessoa se entregando...e por favor, entenda, é apenas o meu jeito de viver, o que é amar!" (Gonzaguinha)



quarta-feira, 15 de julho de 2009

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Morre Michael Jackson


"Confirmado, morre Cantor Michael Jackson"
Essa foi a frase que ouvi ontem ao assistir mais uma edição do nosso Jornal Nacional.
Pela primeira vez achei que o renomado telejornal estava mentindo. Como?? Michael?? Morto?? Eles enlouqueceram, só pode ser... Mas era fato. Michael morreu... deixou de respirrar. Provavelmente deprimido, solitário, triste. Certammente arruinado, endividado, angustiado... Michael e todos os seus exessos... Morreu...
Mas quem irá dizer que não existe vida na morte? Quem irá dizer que Michael não sobreviverá por muitos e muitos longos anos? Afinal, seu legado de milhões de discos vendidos, seu estatos de rei do pop internacional, seus inumeráveis fãs de todas as partes do planeta não vão permitir que ele morra assim tão fácil, tão jovem...
Morre o homem, um homem acabado, derrotado pelas próprias loucuras, submerso nos próprios devaneios, mas vive o ídolo que encantou e continuará encantando milhões de fãs de todas as gerações...
Que o homem encontre a paz, tanto quanto o ídolo alcançou a glória!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

As 10 mais belas atrizes brasileiras

Maria Fernanda Cândido - a bela do século
Cláudia Ohana - inesquecível Natasha
Bruna Lombardi - de Grande Sertão Veredas
Cristine Fernandes - que Golbo burra que não a explora melhor!
Ilde Silva - pérola negra





As 10 mais belas atrizes brasileiras - Continuação

Déborah Seco - sensualíssima
Ana Paula Arósio - a bela das belas
Carolina Dieckman - multifacetada
Taís Araújo - musa, linda,talentosíssima e perfect!!!!
Vera Fisher - a Diva





As 05 mais belas do cinema internacional

Olivia Russey do belíssimo Romeu e Julieta de Franco Zefirelli
Dem Moore do apaixonante Ghost - do outro lado da vida
Angelina Jolie - do excitante Pecado origginal
Sharon Stone - do picante Proposta Indescente
Broock Shieldes do ingênuo A Lagoa Azul






terça-feira, 16 de junho de 2009

Absoluta...? Linda!


É incrível a capacidade do piauiense de se autodegradar, se autodesmerecer, se autoclassificar coitadinho, enfim, se vitimisar.

“__O Piauí não vai pra frente!”

Quantas vezes já ouvi essa frase aí de cima! Muitas! Muitas! O pior é que além de não acreditar em si, o piauiense ainda tenta depreciar o outro desestimulando-o quando tem um talento, ou mesmo quando já ta fazendo sucesso. Felizmente temos uns insistentes, persistentes e, por que não dizer, teimosos cidadãos que ainda acreditam, embora sendo a exceção da regra. E as crianças, claro, que em sua maioria se encanta com o outro e todas as suas potencialidades. Se espelham no outro, e aí tá o problema(dos adultos) que precisariam se mostrar autoconfiantes para gerar filhos com essa auto-estima. Se assim fosse teríamos certamente um estado mais bem visto, com sua gente linda, inteligente, capaz, mas com consciência de que é tudo isso. Quando não se tem consciência qualquer um passa por cima.

De repente uma garota pobre, do interior de um dos interiores mais esquecidos do estado resolve soltar a voz. “Gritar para o mundo ouvir” que é linda, que é absoluta, que tem nome e que seu nome é Stefhany(com FH!); não é qualquer uma. E em resposta a seu grito que primeiro foi dado em seu próprio estado ecoa um outro que diz que ela é brega, desajeitada, e “lugar comum”. Aí entram em cena as crianças que lotavam seus shows, gritavam seu nome acrescentando um sonoro “Eu te amo!” e davam gás para aquela menina que também ainda estava aprendendo a crescer, continuar. E continuou, de cabeça erguida.

E lembro de sua mãe me entregando, timidamente e sem me dirigir uma palavra, no banco de sua cidade, onde eu trabalhava, um dos primeiro exemplares do CD se sua filha, sua “estrela”. E lembro que cheguei em casa e fui ouvir... E apesar de não ser o maior fã do chamado forró moderno me encantei com aquela voz grave, firme e segura. Voz de quem sabe o quer.

As críticas foram surgindo, surgindo, ecoando e depreciando a cantora que fechava os ouvidos pro blá-blá-blá e soltava a voz adiante! Até que na contraditória internet foram parar suas imagens e sua voz e choveram alí mais e mais críticas depreciativas a suas coreografias, seu estilo, sua produção, seus coreógrafos, seu figurino... Mas poupavam sua voz. Tinham que poupar: ela tem a voz linda!!

O fato é que a menina pobre do interior que em nada se subestimava ganhou o gosto da mídia nacional e continua subindo, subindo... Até onde? Não se sabe. Se depender de seus “críticos especializados” não vai subir muito, mas felizmente seus críticos sempre vêm dando com os burros n'água! Se depender da minha torcida e de milhares de crianças de nosso estado quiçá do país, e sobretudo dela e sua autoconfiança. Stéfhany ainda tem muito o que subir e brilhar!!!

Avante garota! Tu és Stéfhany!

Festas Juninas


Saio nas ruas desta capital com uma boa cara de interior e deparo-me com uma realidade que me incomoda: o interior perdeu sua cara. Sim, ou transformou-a, e se o fez certamente não foi pra melhor.

Lembro-me bem de como era gostoso essa época junina na minha cidade do interior que ironicamente já foi capital, mas que perdeu a cara de capital. Uma época festiva, alegre, dançante, contagiante e tantos outros “antes” que só quem viveu alí naquela época se apercebeu. Quantas bandeirolas, quantas fogueiras(a consciência ecológica não estava tão presente), fogos, traques, espanta moscas, pé de moleque, cocada, baião e u sem número de tipicidades que faziam a alegria de adultos e crianças.

E como eram belas as quadrilhas!! Quanta vibração pra ver quem ganharia o festival. Seria a “Pinga Fogo”? Seria a “Tictac”? Ou seria uma outra? Não importava a campeã, no final a festança é que valia.

Todos os bairros se arrumavam pra comemorar essa também santa trindade “Antônio-João-Pedro”.

E tinham as simpatias que hoje estão esquecidas ou caíram na completa descrença. Eu mesmo cheguei a “passar fogueira” pra ser compadre de inúmeros amigos, pra dar novo batismo até. Uma das vezes, pulei a fogueira literalmente! Por ingenuidade mesmo. Pegávamos brasas com as mãos e jogávamos numa bacia com água na esperança de ver se formar o nome da pessoa amada, ou púnhamos comida pro santo da noite em frente a um espelho que à meia noite nos revelaria o rosto da pessoa amada. E críamos naquilo, verdadeiramente!

Anos dourados aqueles... Hoje desbotados... Salva-nos o privilégio de lembrar, de recordar... E paradoxalmente é a falta de todos esses elementos que me remetem a eles. Como dizia, aqui na capital não se vê mais isso... Um nicho talvez seja o público que ainda sai de casa pra acompanhar os folguedos agora restritos a um espaço fechado que inibem a presença de muitos pela “pomposidade” com que se apresentam. Agora é “São João” no Shopping... E o pior é constatar que é, como quase tudo hoje, um fenómeno globalizado essa falta de identidade. Tudo virou High Tech, e essa nova geração tem que contentar-se com as animações festivas da Internet. Tradição agora são os Budypooker's da vida... Digo, da vida não, da Net!